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Fórum Internacional Fotovoltaico Brasil-China 2019 será em São paulo

Fórum Internacional Fotovoltaico Brasil-China 2019 Será Em São Paulo

China Renewable Energy Society (CRES) realizará no dia 26 de agosto, em São Paulo, o “Fórum Internacional Fotovoltaico Brasil-China 2019”. O objetivo será de promover o desenvolvimento saudável e sustentável da energia solar. O evento também pretende impulsionar a diminuição da emissão de poluentes e estimular o crescimento econômico.

Participarão do evento o Ministério de Minas e Energia – MME, o Ministério da Economia. Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel. Bem como, instituições financeiras, distribuidoras e instaladoras solares do Brasil, consumidores de energia solar nos países da América Latina e fabricantes e integradores de sistemas fotovoltaicos.

O encontro irá focar nas áreas de estudo e pesquisa da tecnologia, no projeto-piloto e no investimento financeiro. Além disso, haverá debate sobre a cooperação da energia e de produção e do reconhecimento mútuo das normas e no treinamento pessoal. A fim de, promover a cooperação internacional entre a China e o Brasil no setor de energia solar.

A energia solar é um dos novos setores estratégicos da China, caracterizada por uma cadeia industrial completa. O país está em primeiro lugar do mundo na sua produção, na utilização e no mercado de produtos fotovoltaicos da energia solar. Nesse sentido, a experiência do desenvolvimento da China neste setor pode ser utilizada por países como o Brasil.

Energia Solar Fotovoltaica na China

A China conectou à rede 11,4 gigawatts em novas usinas de energia solar no primeiro semestre de 2019. Assim, levando a fatia das solares a 10% da capacidade instalada total do país.

A Administração Nacional de Energia disse nesta sexta-feira que a capacidade fotovoltaica total da China agora é de 185,6 gigawatts, alta de 20% na comparação com mesmo período do ano passado.

A China acrescentou 24 gigawatts em capacidade solar no primeiro semestre de 2018. Desde então, o governo chinês disse que iria priorizar projetos que possam operar sem o uso de subsídios.

Conforme informações do Portal Solar.

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